Dor, rigidez e inchaço nas articulações são queixas tão comuns que muita gente aprende a conviver com elas. Mas esses sintomas podem ser o primeiro sinal de uma doença reumática, e ignorá-los costuma atrasar um diagnóstico que faz diferença no futuro.
Um grupo grande de doenças
Estima-se que cerca de 15 milhões de brasileiros convivam com alguma doença reumática. São mais de 120 condições catalogadas, entre inflamatórias, autoimunes, degenerativas e raras. Elas podem surgir em qualquer idade e afetam não só ossos, articulações, músculos e tendões, mas também órgãos como rins, pulmões, coração, pele e sistema nervoso.
Algumas das mais frequentes:
- Artrose (osteoartrite): a mais comum, ligada ao desgaste da cartilagem, sobretudo com o envelhecimento;
- Fibromialgia: dor difusa e crônica, mais comum em mulheres;
- Artrite reumatoide: inflamação autoimune das articulações;
- Lúpus: doença autoimune que pode atingir vários órgãos;
- Osteoporose: perda silenciosa de massa óssea, principal causa de fraturas depois dos 50 anos;
- Gota, espondiloartrites e vasculites, entre outras.
Quando procurar o reumatologista
- Dor articular que dura semanas ou volta com frequência;
- Inchaço, calor ou vermelhidão nas juntas;
- Rigidez ao acordar que leva mais de 30 minutos para melhorar;
- Cansaço intenso, febre baixa persistente ou manchas na pele sem causa aparente.
Por que não esperar
Sem diagnóstico e tratamento adequados, algumas dessas doenças levam a deformidades, limitações físicas e afastamento do trabalho. Com avaliação especializada, na maioria dos casos é possível controlar os sintomas e preservar a qualidade de vida. Quando o corpo dá sinais, vale escutar.
Tem dúvidas sobre os seus sintomas? Agende uma avaliação com a Dra. Larissa Galvão.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. Em caso de dúvidas ou sintomas, procure um reumatologista para uma avaliação individual.
Fonte de referência: Sociedade Brasileira de Reumatologia. Foto: National Cancer Institute / Unsplash.
